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Após acidente nuclear, cães que vivem em Chernobyl sofreram alteração no DNA

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Em 1986, o mundo assistiu ao desastre nuclear de Chernobyl. Para se ter ideia, a região continua isolada até os dias atuais, por consequência de toda a exposição a radiação nuclear e os prejuízos para a saúde.

A ciência vem, ao longo das últimas décadas, tentando entender a dimensão dos danos causados pelo episódio. Em 2017, um estudo inédito foi iniciado e os resultados começam a ser divulgados para a sociedade civil.

Naquele ano, pesquisadores vinculados a Universidade da Carolina do Sul deram início a um estudo que tinha como alvo os cães que sobrevivem em meio a área atingida pelo desastre nuclear.

Segundo um artigo publicado a respeito do tema, o que o estudo confirmou é que os cães sofreram alteração genética para se tornarem capazes de habitar naquele local, que ainda tem taxas nucleares altas.

A população de cães de Chernobyl oferece uma oportunidade única para estudar os efeitos a longo prazo da radiação em uma população intimamente ligada aos humanos em um ambiente natural“, destaca a pós-doutoranda Gabriella Spatola.

Para Spatola, é inevitável que novos acidentes nucleares aconteçam no futuro da humanidade. Ela defende, por outro lado, que as experiências até aqui devem nos preparar para uma resposta eficaz aos eventos.

Novos artigos devem ser divulgados com o avanço do estudo sobre o tema. Nesse momento, os pesquisadores confirmaram que os cães de Chernobyl apresentam características genéticas que nenhum outro cão do mundo possui, o que confirma a alteração do DNA desses animais.

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